Análise “Dead Cells”

Dead Cells é um dos melhores metroidvanias da atualidade. Em Dead Cells, a morte não só não é indesejada como é recompensadora. Pois você reterá progresso para as suas futuras runs. É como se o jogo te incentivasse a morrer, morrer e morrer até que você tenha desenvolvido suas habilidades, skills e progressão o suficiente para encarar os desafios mais difíceis.
Dessa forma, por mais que o jogo não tenha enorme quantidade de mapas diferentes, você jogará por muito, mas muito tempo até explorar todas suas opções. Até mesmo porque os mapas são proceduralmente gerados. Ou seja, são aleatórios a cada vez que você joga – ainda que as diferenças não sejam facilmente sentidas e que algumas seções possam ficar repetitivas.

O que mais chama atenção em Dead Cells, desde o começo, é o quão fluido é todo o gameplay. De combate a movimento, o jogo chama a atenção pro qual satisfatório é cada aperto de botão do controle ou teclado.

Sem contar uma trilha sonora empolgante que te mantém vidrado, focado e hypado, e uma linda pixelart que te faz parar constantemente para admirar, Dead Cells não é apenas um bom jogo, mas é um dos meus candidatos a GOTY de 2018.

Nota final:

★★★★★

 

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